Ora viva caros amigos! Hoje trago-vos uma receita de feijoada que é daqui! Não dá para ver, mas eu estou a apertar o lóbulo da orelha. Uma das razões pela qual eu gosto de feijoada é precisamente por ser um prato versátil que nos dá alguma margem de manobra para inventar. Podem fazer feijoada praticamente de qualquer coisa! Tripa, lulas, búzios, polvo. Até vulva, se forem canibais!

Comecem por fazer um refogado com azeite, cebola, alho, aipo e cenoura. Ah, e uma folha de louro também. Eu não meti porque moro longe do Rossio.

Adicionem os chocos cortados em pedaços, juntamente com uma colher de sopa de puré de tomate e um cubo de caldo de marisco. Misturem tudo e adicionem água até cobrir os chocos. Deixem cozer os chocos até ficarem tenros, senão mais parece que estão a mastigar borracha. #Durex

Quando os chocos estiverem macios e a água tiver reduzido um pouco, adicionem feijão branco enlatado previamente escorrido. Não tenham medo de usar feijão de lata. Não é como se o Chef Ljubomir fosse aparecer em vossa casa para vos mandar para o crl.

Numa tacinha juntem uma colher de sopa de maizena com um pouco de água e mexam até ficar sem grumos. Adicionem essa mistura à feijoada e deixem ferver um pouco até o molho ficar com a consistência desejada. #TipoMeita

Quando a molhanga estiver espessa, desliguem o lume. Retifiquem o tempero e adicionem alguns camarões médios descascados. O calor da feijoada trata de cozinhar os bichos sem os deixar firmes e hirtos como uma barra de ferro. #Alexandrino

Esbédaclo!

Sirvam com arroz branco e aguardem pela sinfonia que aí vem. Ganha quem der o mais alto!

Aquele abraço!

Like: facebook.com/chefejamon
Follow: instagram.com/chefejamon

Gatinhos salteadores da salsa perdida.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

5 × five =